terça-feira, fevereiro 27, 2007






Tempo



No banco castanho de madeira sentado
Esperando pelo tempo que falta viver
O homem pensa amargurado.
A vida que por enquanto dispõe,
E julga ser pouca e não bastante,

É muita para destruir outra vida.
O homem não é quem supõe!


24/9/1982
F.C.



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